O Lingua Franca usou o biohacking — microbiologia, ADN, laboratório de baixo custo — como porta de entrada para falar de diversidade, migração e identidade europeia, e para levar jovens com menos oportunidades a uma educação científica e digital de qualidade. A ideia de partida: a «língua franca» comum dos europeus também está escrita no ADN.
Aprovado antes da pandemia, o intercâmbio foi adiado um ano e realizou-se em Messejana no verão de 2021, só com jovens com menos oportunidades. Os participantes construíram o seu próprio equipamento de laboratório — microscópios, biorreatores, espectrómetros —, alguns dos quais levaram para casa; produziram próteses mecânicas e biomateriais usados depois em trabalhos artísticos; e trabalharam com um biohacker em residência.
O projeto deixou método e equipamento que o Buinho continuou a usar em salas de aula de escolas do distrito de Beja, onde falta material para estudar biologia e microbiologia, e influenciou atividades do consórcio escolar EIRA. É também o ponto de partida da linha de biomateriais do Buinho. Recebeu o selo de Boa Prática Erasmus+.
| Buinho Associação | Portugal |
| Pralnia Makerspace | Polónia |
| Malta UNESCO Youth Association | Malta |
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| UNESCO Club Haskovo | Bulgária |
| Maltepe Fen Lisesi | Turquia |
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